Dia 11

Sexta-feira é o nosso dia oficial de “namoro”. Ou seja, o final de semana não pode começar de melhor forma. Pode ser um chope no barzinho novo, um vinho no restaurante italiano perto de casa. O programa pouco importa, é sempre um dos melhores momentos da semana.

Dia 10

Aquele dia em que você chega em casa, enrola um pouco, pega o carro e vai até uma das suas casas noturnas preferidas só por causa da boa música e da comida. Nem fica muito tempo, janta e logo depois vai embora, afinal no outro dia ainda tem trabalho…

Dia 9

Quando planejar as férias pode ser quase tão divertido quanto sair de férias!

Dia 8

Aquele dia em que você liga para aquele amigo querido que não vê há séculos e marca um almoço para colocar a conversa em dia. E haja assunto!

Dia 7

Ontem foi dia de retornar ao trabalho, depois de alguns dias de recesso de fim de ano. Tendo a sorte de poder sair de férias nos períodos de baixa temporada, eu adoro o mês de janeiro: cidade vazia, trânsito tranquilo, ir e vir do trabalho é uma tranquilidade só.

Dia 6

Ao lado da minha casa existe uma longa calçada que contorna toda a quadra. É um dos pontos preferidos para caminhadas, passeios com os “pets”, pedaladas. Nesta época do ano a paisagem fica ainda mais bonita, pois graças à temporada de chuva a paisagem está toda verde. Os meses de janeiro a abril são os mais bonitos de Brasília.

Dia 5

Enquanto arrumava a pilha de leituras ao lado da minha mesa de cabeceira encontrei um livro de crônicas de Rubem Braga chamado “As Coisas Boas da Vida”. Ele é simplesmente um dos melhores cronistas que já li, e acho difícil alguém superá-lo. A sua capacidade de transformar os elementos mais banais do cotidiano em textos primorosos me encanta. O marcador de texto denunciava que eu quase tinha acabado de ler o livro. Ainda havia umas quatro ou cinco crônicas esperando para serem lidas. Talvez porque peguei no sono antes de terminar a leitura e no outro dia viajei para o outro lado do mundo, e pensei que seria mais inteligente levar comigo um livro novo e grosso, garantindo assim um fluxo ininterrupto de leitura por pelo menos doze horas. Ou porque estava lendo o livro bem devagar, “economizando” a leitura para que ela não se esgotasse rápido. A verdade é que desconheço por qual razão ele ficou abandonado ali no fim da pilha. Sei apenas que terminei a tal reorganização (não sei bem por que me dou ao trabalho, daqui a uma semana o caos terá se reinstalado, como sempre) e fui para a varanda saborear um delicioso fim de livro.